terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Obstáculos à Igualdade!






O ano de 2007 foi o ano escolhido pela União Europeia como o “Ano Europeu da Igualdade de Oportunidade para Todos”. A Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia impõe regras não discriminatórias. A Agenda Social de 2005- 2010 que complementa e apoia a Estratégia de Lisboa, a dimensão social aliadas ao crescimento económico e bem - estar e de não exclusão social. No entanto, as acções discriminatórias continuam-se a praticar.
Neste artigo não é minha intenção descorar os outros tipos de discriminação, mas pretendo dar realce, em particular, as dificuldades que as pessoas com deficiências motoras têm que contornar sempre que se dirigem a um espaço comercial e público.
Nos tempos que correm as novas tecnologias permitem abolir muitas das barreiras física e logísticas que às pessoas com incapacidade sentem no seu dia – à - dia. Mas, apesar da evolução tecnológica e das iniciativas politicas e governamentais continuam a existir barreiras em todo o país.
A nossa freguesia não é excepção, embora tenha sido realizado algum trabalho, o caminho a percorrer ainda é longo.
Como, por exemplo:
- Acesso à passadeira através de passeios, têm muitas das vezes um degrau, em vez de uma rampa (como podem ver na primeira foto), o que dificulta a deslocação de uma pessoa em cadeira de rodas;
- As caixas multibanco colocadas em locais de difícil acesso;
- Escadas sem acesso com rampas em alguns parques da freguesia;
- Criar em escolas, espaços públicos e em locais comerciais zonas de estacionamento, devidamente sinalizadas para deficientes;

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Feira da Saúde


A Feira da Saúde organizada pela JSD que contou com o apoio das entidades : Acústica Médica e Óptica Arromba e a Junta de Freguesia de Valongo do Vouga (que amavelmente nos cedeu o espaço). Esta iniciativa teve por parte da comunidade uma grande adesão, que aproveitou a oportunidade para fazer o rastreio auditivo e óptico gratuito.
Estas iniciativas são de aplaudir. É sem dúvida para repetir.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

É uma Vergonha!




É uma vergonha, o que se passa nos caixotes do lixo perto da rotunda, que se encontra de frente, para a sede de freguesia. O lixo amontoa-se pela estrada dia a pós dia sem ninguém fazer nada! Um condutor mais distraído, pode embater nos detritos que se acumulam na estrada, causando mais danos do que só materiais. E de quem é a culpa?

Os serviços municipalizados de recolha de lixo tem que ser melhorado. Na maior parte dos locais da freguesia, a recolha só é feita uma vez por semana, e o lixo amontoa-se, porque as pessoas não têm mais nenhum local onde o deixar. É fundamental criar mais espaços para colocação dos caixotes de lixo.

Existe, também, alguma falta de civismo, como se pode explicar que, muitas vezes, o lixo seja colocado no chão, estando os contentores vazios.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Feira da Saúde (JSD)

A JSD de Águeda convida toda a comunidade da Freguesia de Valongo do Vouga a comparecer na sede da Junta da Freguesia para a Feira de Saúde que se irá realizar no dia 10 de Janeiro de 2009, entre as 09:30 e as 17:00 horas.
Rastreio auditivo e Rastreio Óptico gratuitos, com o apoio da Acústica Médica e Óptica Arromba, respectivamente.
Esta Feira da Saúde engloba-se numa iniciativa que a JSD de Águeda, tem vindo a realizar nas várias freguesias do concelho. A primeira iniciativa deste género foi na Freguesia da Trofa, que contou com muitos participantes e foi muito bem recebida pelas pessoas.
Contamos com a sua presença!

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

A Crise Financeira

Como surgiu esta crise?
Durante vários anos, nos EUA, os preços dos imóveis eram muito altos e as taxas do crédito habitação eram muito baixas, o que fez com que os bancos emprestassem dinheiro com muita facilidade e sem analisar, com o devido cuidado, a capacidade de pagamento dos clientes. Como o mercado imobiliário estava muito valorizado, mesmo que os clientes deixam-se de pagar as instituições bancárias colocavam, rapidamente, os imóveis à venda a preços superiores aos valores dos empréstimos. Fez-se o chamado crédito ninja (“no Income, no Job or Assets”), como as taxas de juros estavam tão baixas, as Instituições de Crédito aprovavam crédito mesmo a pessoas que não mostravam deter rendimentos para fazer face ao seu endividamento.
A euforia no mercado imobiliário cresceu dia para dia. Muitos investidores foram atraídos, o que provocou uma valorização excessiva dos valores imobiliários, o que se reflectiu numa forte procura de activos financeiros emitidos sobre este mercado imobiliário. Estes produtos foram apresentados como activos de grande rentabilidade e valia.Com o juro a curto prazo, actualmente, a 5,25%, quando em meados de 2004 rondava os valores de 1,0% formou-se uma “bolha” no mercado imobiliário, devido ao excesso de crédito atribuído que não é possível liquidar.
Quando os bancos deixam de conseguir colocar os imóveis com facilidade no mercado, dá-se o inicio da “Crise Suprime” que fez “rebentar a bolha do mercado imobiliário”. Rapidamente, o mercado financeiro percebeu que tinham investido em activos tóxicos com uma rentabilidade muito inferior ao inicialmente anunciado. Num mundo cada vez mais globalizado, várias instituições financeiras que tinham operações alavancadas com estes recursos nas suas carteiras, sentiram várias perdas nas suas estruturas patrimoniais.

As intervenções estatais são indispensáveis para devolver a confiança aos investidores e aforradores. Mas o Capitalismo não chegou ao fim como alguns estudiosos afirmam. O que está acontecer é uma crise cíclica, já verificada ao longo da história (após um período de elevado crescimento existe sempre um período de recessão, temos como exemplo as crise petrolíferas). O mercado acaba por se ajustar (como uma “mão invisível). Contudo é necessário dar a nota que o Estado não se pode demitir das suas funções de regulador e fiscalizador (como nós temos assistido através da injecção de dinheiro no mercado de capitais).

domingo, 5 de outubro de 2008

Nada muda!

A criminalidade continua a aumentar, mas nenhuma medida foi tomada para a combater. O governo, para além, de ter estragado o enquadramento legal que havia, ainda não percebeu que a lei ficou pior. Agora a policia pretende um criminoso em delito, e mesmo assim, ele vai dormir a casa e recomeçar no dia seguinte a praticar actos ilegais. Um ladrão pode fazer um assalto com uma faca de cozinha, mas não pode ser condenado, porque a faca de cozinha não é considerada uma “arma” no novo código penal.
O mesmo governo tentou argumentar dizendo que não houve um aumento da criminalidade, e pior ainda, um elemento da administração, mal informado veio dizer que o melhor é os portugueses não saberem os números concretos… é o governo em delírio. Na verdade , todos nós já nos apercebemos daquilo que os nossos governantes não querem ver. Os assaltos e os actos de vandalismo acontecem cada vez com mais frequência e próximo de nós.
Os nossos governantes têm que tomar um posição firme antes que seja tarde. As medidas estão a vista de todos:
- Um sistema jurídico mais eficaz e que seja um “braço” de apoio aos policias;
- Equipar melhor as nossas policias (actualizar os sistemas de comunicação, os veículos ao seu dispor);
- Aumentar os quadros das polícias nas zonas rurais;
- Tomar medidas concretas de combate à crise económica e desemprego;
A insegurança é uma realidade e o que mais me assusta é saber que as medidas do governo têm sido ineficazes, sem que reconheça isso.

terça-feira, 1 de julho de 2008

O Lar de Idosos( “Unir Esforços”)

A Fundação da Nossa Senhora da Conceição (FNSC) está a desenvolver um projecto de extrema importância para a Freguesia de Valongo Vouga. O projecto visa resolver e satisfazer as necessidades básicas das pessoas da 3 ª idade da nossa freguesia. A FNSC pretende criar um lar de idoso com lotação de 34 utentes, um de centro de dia para 20 utentes e, conjuntamente, serviço de apoio domiciliário para 45 utentes.
Este projecto já está a ser implementado, na Rua dos Talhos, no Lugar de Brunhido. No entanto, é um empreendimento de grande dimensão e que acarreta um elevado investimento e os apoios das entidades públicas são insuficientes. Nesse sentido, junto a minha vós ao apelo lançado pela FNSC , e vamos todos apoiar esta causa e participar no peditório que vai ser realizado porta à porta. Todos devemos ajudar, porque “hoje uns amanhã nós”.